segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Di Ferrero tira dúvidas com Dinho Ouro Preto sobre o Rock in Rio
"Dali para frente, tudo foi diferente". A resposta de Dinho Ouro Preto à pergunta de Di Ferrero, do NX Zero, sobre se tocar no Rock in Rio mudou os rumos da carreira do Capital Inicial mostra que se apresentar no maior evento da música na América Latina pode ser um salto e tanto. Por isso mesmo, a Megazine pediu a seis artistas estreantes no festival para tirarem suas dúvidas com músicos que passaram pela mesma experiência. Foi a oportunidade de a calourada preparar os nervos para a grande festa, de 23 de setembro a 2 de outubro, na Cidade do Rock.
Dinho, de 47 anos, se apresentou na terceira edição do evento, em 2001, e vai se encontrar com Di no Palco Mundo, dia 29 de setembro.
DE DI FERRERO PARA DINHO OURO PRETO:
P: Escuto falar que a história de uma banda se divide entre antes e depois do Rock in Rio, mesmo no caso dos grupos que já eram consagrados quando tocaram no festival. Isso aconteceu com o Capital?
R:Sim. O Capital teve a sorte de tocar no dia mais cheio na história de todas as edições do Rock in Rio, abrindo pro Red Hot Chili Peppers (no Rock In Rio 3, em 2001). Naquela mesma noite aconteceram os shows do Deftones e Silverchair. Então, era uma noite pesada. Capital chegou lá tocando violão e pegou todo mundo de surpresa, inclusive a gente. Fora isso, a gente tinha acabado de emplacar três músicas entre as mais tocadas no Brasil ("Tudo que vai", "Primeiros erros" e "Natacha"). A bola tava na marca do pênalti, era só chutar - e a gente conseguiu fazer o gol. Como diria Roberto Carlos, dali pra frente tudo foi diferente.
CRÉDITOS: http://oglobo.globo.com/
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